Cátia Pinheiro nasceu no Porto, em 1980. É formada em Teatro pela Academia Contemporânea do Espetáculo (2000). Estreou-se profissionalmente como atriz em 1999, tendo ao longo da sua carreira como atriz trabalhado com vários encenadores e estruturas como António Fonseca, Nuno Cardoso, Nuno Carinhas, Diogo Infante, Tiago Rodrigues, Nuno M. Cardoso, Marcantónio Del’Carlo, António Villareal, Philippe Quesne, Cão Solteiro, entre outros.
Enquanto criadora, co-criou e interpretou os espetáculos “Receita para me Ouvires”, (2006), “A Festa”, (2008), “Geopolítica do Caos” (2009), “WTF?” (2010), “Wanted” (2015), “Uma Gaivota”(2016), “Geocide” (2017) e “The End” (2017), “M’18” (2018), “Pathos” (2019), “Party” (2019), “Língua” (2020), “F…”, “O Meu Primeiro Corpo” (2022), “descobri-quê?” (2023) e “Carta à Matilde” (2023).
Em 2009 criou a Estrutura Associação Cultural com José Nunes, com quem partilha a direção artística. Foi responsável pela conceção plástica da maioria dos espetáculos da Estrutura e da instalação “Terceira Via” para o espetáculo de Rogério Nuno Costa (Festival Circular, 2013). Em 2011, foi bolseira do Centro Nacional de Cultura, onde desenvolveu o projeto de investigação “Projeto Rua”.
Cátia Pinheiro participa na adaptação do texto, encenação, cenografia e interpretação de TITUS, que parte da peça Titus Andronicus, de William Shakespeare, uma das suas primeiras tragédias, marcada por uma violência extrema e por temas como o trauma de guerra, o desejo de vingança, a relação com o poder, a autocracia, a misoginia e a ausência de limites para atingir um fim, seja ele político ou pessoal.
A peça estará no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, entre os dias 16 e 25 de janeiro.
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